É por isto que eu apoio sempre os trabalhadores que fazem greve, seja da limpeza urbana, dos transportes, da aviação e afins, da saúde, das finanças, etc...
Quando há uma greve a culpa nunca é dos trabalhadores, mas sim dos patrões, dos gestores e administradores das empresas, aquelas pessoas que só querem os milhões para si e para os afilhados, distribuindo apenas migalhas por quem realmente trabalha.
O meu bem haja a todos aqueles que lutam pelos seus direitos e pela dignidade dos trabalhadores deste pais
Filipe
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Camara de Lisboa vai contratar neste mandato 124 assessores, adjuntos, chefes de gabinete e secretárias. Os primeiros contratos foram publicados no portal Base nos últimos dias e revelam que alguns assessores agora contratados foram candidatos nas últimas autárquicas. Os valores variam mas os contratos mais elevados para assessoria preveem o pagamento de 3.700 euros mensais, mais IVA.

Tal como acontece com a Assembleia Municipal, também no Executivo camarário Lisboa adotou há vários anos um regime que lhe permite contratar mais assessores do que o apoio técnico atualmente previsto no Regime Jurídico das Autarquias Locais. De acordo com a Lei 75/2013, que definiu o número de funcionários para apoio dos membros das câmaras, o presidente e os vereadores de Lisboa têm direito a um total de dez adjuntos e nove secretários. E Fernando Medina tem direito a um chefe de gabinete.
--Texto copiado do semanario SOL--